Em meio a multidão, vivendo o caos de cada dia, me pego com vontade de fugir da agitação que o barulho humano me provoca.
Busco naquilo que não posso tocar, enxergar ou ouvir, a paz que sozinha não consigo alcançar. Talvez seja delírio para alguns, mas para mim é fé.
Acredito na esperança em ver lá no final da reta a luz que preciso para continuar caminhando; como se a vela da minha oração estivesse acesa me esperando.
E no sacrifício de cada dia misturado a essa confusão-carnaval da agonia, me faz ansiar por uma vida de simplicidade e consciência.
Me pergunto, qual propósito de vir ao mundo se não me doar para aqueles que cruzam o meu caminho.

Camila Matos
editado por: Werterley Martins da Cruz
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